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sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Pink Floyd não se apresentará no encerramento das Olimpiadas


Depois que o músico Ed Sheeran declarou que iria se apresentar com integrantes do Pink Floyd na cerimônia de encerramento das Olimpíadas de Londres, os fãs ficaram em polvorosa. Mas em nota oficial, a banda tratou de jogar um balde de água fria nas especulações, rechaçando qualquer possibilidade de uma apresentação conjunta.

domingo, 22 de julho de 2012

Turnê 'The Wall' de Roger Waters é a mais lucrativa dos últimos seis meses



A turnê “The Wall” de Roger Waters foi a mais lucrativa no período entre Novembro de 2011 e Maio de 2012, faturando quase o dobro da segunda colocada a turnê Michael Jackson Immortal. 

Bruce Springsteen faturou 52,4 milhões de dólares durante o mesmo período enquanto o Van Halen embolsou 38,6 e o Pearl Jam 25,4. O nome mais interessante da lista é o Trans-Siberian-Orchetra que embolsou 33,4.  

Confira as dez turnês que mais faturaram no período Novembro 2011 - Maio 2012

1. Roger Waters’ The Wall: $131.4m
2. Michael Jackson The Immortal Tour: $68.4m
3. Bruce Springsteen: $52.4m
4. Jay-Z/Kanye West’s The Throne: $46m
5. Lady Gaga: $44m
6. Van Halen: $38.6m
7. Trans-Siberian Orchestra: $33.4m
8. Taylor Swift: $26.3m
9. Pearl Jam: $25.4m
10. Andre Rieu: $25.3m

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Exposição homenageia um dos criadores de capas mais importantes da história


Começa semana que vem, em Londres, uma exposição em homenagem a Storm Thorgerson. O artista é um dos mais renomados criadores de capas de discos da história do Rock. Seus trabalhos mais famosos foram feitos com o Pink Floyd. Mas a lista também inclui gente do calibre de Floyd, Led Zeppelin, Black Sabbath, Rainbow, Audioslave, Bruce Dickinson, Europe, Helloween e Megadeth, entre outros.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Chelsea perde luta por fábrica imortalizada pelo Pink Floyd e adia projeto de novo estádio

Capa do álbum Animals, do Pink Floyd, de 1977; Chelsea queria comprar a usina termoelétrica de Battersea, que estampou a capa do disco da <Br>banda inglesa, para construir seu novo estádio
Capa do álbum Animals, do Pink Floyd, de 1977; Chelsea queria comprar a usina termoelétrica de Battersea, que estampou a capa do
disco da 
banda inglesa, para construir seu novo estádio

O Chelsea não conseguirá levar adiante o projeto de instalar seu novo estádio na desativada usina termoelétrica de Battersea, fábrica que ficou imortalizada ao ser capa do álbum “Animals”, do Pink Floyd, em 1977. Nesta quinta-feira, a Ernst & Young, empresa que gerencia o prédio, informou que um consórcio malaio venceu a concorrência e terá direito a comprar a construção.
Segundo comunicado público divulgado nesta manhã, as empresas compatriotas Setia e Sime uniram-se e fizeram uma proposta de 400 milhões de libras (pouco menos de R$ 1,3 bilhão) para assumir o controle da antiga fábrica. O consórcio pretende usar o local da usina e terrenos próximos para erguer um enorme complexo comercial e residencial.
No início do mês de maio, o Chelsea anunciou que pretendia comprar o terreno para construir seu novo estádio, com capacidade para 60 mil pessoas, que substituiria o Stamford Bridge, que conta apenas com 42 mil assentos. O projeto do clube era construir um palco para seus jogos, mas manter características da fábrica desativada, como suas famosas quatro chaminés.
Em nota oficial divulgada em seu site, o clube londrino lamentou a perda da concorrência.
“Ficamos decepcionados por não sermos selecionados na concorrência pela usina termoelétrica de Battersea, uma vez que acreditamos que poderíamos criar um estádio único, de arquitetura significante, em um local comercialmente viável e com um projeto que beneficiaria a comunidade de Wandsworth e toda Londres de uma maneira geral”, diz o texto. O clube ressaltou que Batersea era apenas uma das opções de local para a criação de seu novo estádio, mas não informou qual será seu próximo alvo a partir de agora.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Roger Waters: muro gigante no fim da tour


Roger Waters quer erguer o maior muro já feito no encerramento de sua turnê The Wall. A ideia é construir uma parede de 25 metros de altura, o dobro da levantada nos outros shows da excursão. A apresentação acontece em Quebec City, Canadá, dia 21 de julho.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Pink Floyd: os bastidores do reencontro


Imagem
Momentos registrados durante a participação de David Gilmour e Nick Mason no show de Roger Waters na O2 Arena de Londres, em 2011.



sábado, 5 de maio de 2012

Pink Floyd: local da capa de Animals pode ser demolido pelo Chelsea


O Chelsea anunciou nesta sexta-feira que está planejando construir um novo estádio com capacidade para 60 mil pessoas. O clube fez proposta para a compra do prédio da antiga Usina Termelétrica de Battersea, às margens do rio Tâmisa, no sul de Londres. O prédio da usina (atualmente desativada) é um dos mais famosos da capital inglesa. Foi capa do disco “Animals” (1977), do Pink Floyd, e hoje é uma atração turística da metrópole inglesa.
“A Usina Termelétrica de Battersea é uma das mais famosas construções de Londres e tem o potencial para se tornar um dos mais icônicos estádios de futebol do mundo”, diz o comunicado divulgado pelo Chelsea em seu site oficial. A área, com mais de 157 mil metros quadrados, seria usada para levantar uma nova casa para os Blues, que hoje ficam no Oeste da cidade de Londres.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

'Pink floyd do thrash metal', Exodus diz que show será 'mutilação sonora'


Apesar de não pertencer ao grupo dos "quatro grandes do thrash metal" (Metallica, Megadeth, Anthrax e Slayer), o Exodus é um daqueles nomes que merece um lugar entre as principais forças do gênero. Afinal, ao longo de seus mais de 30 anos de carreira - que teve dois hiatos -, o grupo lançou alguns dos álbuns mais potentes do metal, como "Bonded by blood" (1985) e "Fabulous disaster" (1987).
Não é de surpreender então que, mesmo após tantos anos, o quinteto seja capaz de registrar um disco digno da qualidade de seus primeiros passos como é o caso de "Exhibit B: The human condition", que saiu em 2010. Por apresentar canções longas - algumas com mais de sete minutos de duração -, o trabalho fez o grupo ser apelidado de "Pink Floyd do thrash metal".
"Todo mundo sabe que a América do Sul é uma loucura. Vocês têm o que acredito ser um dos melhores públicos do mundo", disse o guitarrista Gary Holt em entrevista por telefone ao G1. É com esse espírito que ele traz o Exodus de volta ao Brasil, para se apresentar no dia 20 de abril no festival Metal Open Air, em São Luís e, no dia seguinte, no Abril Pro Rock, em Recife, Pernambuco. Leia a conversa com o músico:
G1 – O Exodus está na ativa desde os anos 80 e muito aconteceu com o grupo desde então, com várias mudanças na formação, por exemplo. Como você descreveria o atual momento da banda?
Gary Holt –
 Estamos mais fortes do que nunca. A banda hoje em dia é nada além de quatro caras comprometidos, e estamos tentando fazer o som mais thrash e pesado possível. O mesmo vale para o show. Todos estão sabem o que tem que ser feito e tudo tem sido realmente incrível nos últimos tempos.
G1 – O que os fãs podem esperar do show do Exodus no Brasil? Vocês tocarão músicas novas?
Gary Holt –
 Violência total e mutilação sonora! Bom, tocaremos músicas que sempre apresentamos, mas garanto que tentaremos fazer com que seja ainda mais louco do que o anterior. Mas não vamos tocar músicas novas.
G1 – Vocês já vieram ao Brasil anteriormente. Do que se lembra do país?
Gary Holt –
 Todo mundo sabe que a América do Sul é uma loucura. Vocês têm o que acredito ser um dos melhores públicos do mundo. Sempre que vamos ao Brasil queremos fazer um grande show e tomar um monte de caipirinhas (risos).
G1 – Você tocou com o Slayer recentemente. Como foi essa experiência?
Gary Holt –
 Foi sensacional, fizemos algumas apresentações memoráveis na América do Sul, como, por exemplo, em Santiago, no Chile, para 14 mil pessoas... foi uma coisa incrível.
G1 – Muitas pessoas acham que o Exodus deveria fazer parte do que é conhecido como “os quatro grandes do thrash metal” [Metallica, Megadeth, Anthrax e Slayer]. Você concorda?
Gary Holt – 
Sabe de uma coisa, “os quatro grandes” são chamados assim apenas porque venderam mais álbuns. Eu realmente não perco o tempo me preocupando com esse tipo de coisa. Não me incomoda nem um pouco.
A banda californiana de thrash metal Exodus (Foto: Divulgação)A banda californiana de thrash metal Exodus (Foto: Divulgação)
G1 – De onde veio todo o conceito por trás de “Exhibit B: The human condition”, o álbum mais recente do Exodus?
Gary Holt – 
Nós começamos com o “Exhibit A”. Dessa vez, queríamos fazer o álbum com a história mais épica possível. Quando começamos a trabalhar em “Exhibit A” já imaginávamos como seria o “Exhibit B”. Decidimos que seria algo bem pesado.
G1 – Este álbum tem faixas bem longas. Foi um passo natural a se tomar?
Gary Holt – 
Certamente. Alguém disse uns anos atrás que havíamos nos tornado o Pink Floyd do thrash metal (risos). Sabe de uma coisa? O próximo álbum talvez seja completamente diferente desses dois, porque sempre que vamos gravar um disco nós procuramos fazer exatamente o que queremos. A maioria das coisas novas talvez tendam a ser mais curtas, ainda mais rápidas e muito brutal. Já fizemos nossos álbuns com influências de Pink Floyd, agora queremos fazer discos que sejam como os do Discharge.
G1 – “Exhibit B: The human condition” é o primeiro álbum do Exodus a aparecer nas paradas desde “Force of habit”, de 1992. A banda se preocupa com coisas como vendas e críticas musicais ou se importa mais com a resposta do público?
Gary Holt – 
Aparecer nas paradas é bom, pois isso quer dizer que os fãs estão comprando os discos. Sobre as resenhas, todo mundo gosta das que falam bem e odeia as que falam mal, mas o que importa mesmo é o que os fãs vão pensar.
Fonte: G1


sábado, 31 de março de 2012

Pink Floyd: Lavando roupa suja


DAVID GILMOUR, ROGER WATERS e NICK MASON, os três membros sobreviventes do PINK FLOYD, estão falando sobre sua história em comum, a produção de ‘Dark Side of the Moon’ e o atual estado de suas relações uns com os outros.
Com o Pink Floyd  relançando seu catálogo inteiro recentemente, a revista estadunidense Rolling Stone entrevistou cada um, pedindo que falassem sobre o passado, presente e futuro da banda. Apesar de Waters e Gilmour terem tocado três vezes ao longo dos últimos seis anos, a relação entre eles não é amistosa como se possa pensar. “É quase inexistente,” admite Gilmour. “Eu toquei no show ‘The Wall’ de Roger numa noite alguns meses atrás e desde então não ouvi falar mais dele.”
Depois de 24 anos de pedidos dos fãs por uma reunião, ela finalmente aconteceu em 2005 no Live 8 de Londres – mas aquilo provavelmente não vai acontecer de novo tão cedo. “Roger passou muito tempo depois dizendo como ele faria aquilo com prazer pra ocasião em específico, mas que não aconteceria de novo,” diz Gilmour. O guitarrista também admite que ele é egoísta em seus pensamentos e que quer aproveitar a vida em seus anos finais e não vê o Pink Floyd como parte disso.
Waters fala sobre como seus colegas de banda o forçaram a não cantar em ‘Dark Side of the Moon'. Eles estavam determinados em apontar que ele não sabia cantar e que ele não tinha ouvido. Fala-se também que o tecladista do Floyd, Rick Wright costumava afinar o baixo de Waters. “Talvez a maneira de eles me impedirem de ser completamente dominante fosse dizer que eu podia ser defeituoso vocal e instrumentalmente,” cogita Waters.
Apesar de tanto Waters como Gilmour terem seguido em frente com suas próprias encarnações do Pink Floyd, ambos parecem ter problemas de memória (muitas vezes lembrando-se das coisas de modo diferente que o outro) e não esqueçamos os problemas associados com ego.
Gilmour afirma, “A grandeza do que fizemos juntos é um feito colaborativo entre quatro pessoas com problemas de ego, todas elas. Em cada um de nós há uma tênue diferença entre a realidade e nossas percepções de nós mesmos.” A isso, Roger responda: “Eu não acho que haja mais ou menos ego envolvido na banda do que na maioria das bandas.”
Quando o assunto é o lado obscuro do Pink Floyd, só se pode esperar que esses dois brilhantes compositores possam agir civilizadamente um para com o outro, seguir em frente criativamente, simplesmente concordando em discordar.

Matéria revisada de Lokaos Rock Show



Veja mais em rocknaveia.blogspot.com

segunda-feira, 26 de março de 2012

Roger Waters e o show de estréia da tour brasileira


Os 137 metros de largura do muro construído no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS), para a turnê The Wall, trouxeram ao Brasil mais do que o histórico álbum do Pink Floyd e as inesquecíveis Another Brick in the Wall e Comfortably Numb. Os tijolos de Roger Waters entorpeceram quase 50 mil fãs com uma experiência quadrifônica e uma forte mensagem política, que começou com a Segunda Guerra Mundial e chegou ao ano de 2012 através de frases e imagens de repúdio a diversas formas de violência e intolerância. O baixista criticou o capitalismo, os símbolos religiosos e econômicos e a própria Inglaterra, seu país natal, que cometeu "um terrorismo de Estado" ao assassinar o brasileiro Jean Charles de Menezes. 
Coral de crianças acompanhou Waters e recebeu elogios do músico  Foto: Fábio Mattos/Terra 
"Dedico o concerto a Jean Charles e sua família pela luta pela verdade e justiça e a todas as vítimas do terrorismo de Estado", disse o carismático Roger waters, em português. Ele abriu a ópera-rock com In The Flesh?, seguida de Thin Ice e Another Brick in the Wall. Já nas primeiras músicas, o público pode sentir uma profusão de vozes, sons e explosões em diversos cantos do estádio, que ajudaram a envolver os fãs no ambiente intimista e sombrio do álbum.
À medida que o show avançava, o muro ia sendo construído, até que se tornou um imenso projetor de altíssima definição. Algumas animações, como o contato entre duas flores que fazem alusão ao afeto e disputa dos sexos masculino e feminino em Empty Spaces, resgataram o conceito psicodélico do filme, exibido pela primeira vez em 1982. Outras projeções mostraram a ironia de Waters com relação aos governos, especialmente na canção Mother, quando ele pergunta "devemos confiar no governo?", e responde de uma forma não muito educada, mas que rendeu gritos de aprovação.
Na primeira parte do show, o maior destaque ficou com Another Brick in the Wall e o coral de crianças da ONG Canta Brasil. "Estou muito feliz de estar aqui e quero agradecer as crianças que cantaram comigo", falou o britânico. Waters encerrou o lado A do espetáculo projetando a fase decisiva da vida de Pink, personagem central do The Wall, e os dilemas que ele enfrentaria até se libertar de todos os muros que o prendiam. Mais de 30 anos após o lançamento do disco, o baixista procurava mostrar que a guerra permanece viva e apenas mudou de cara, causando dor a diversas nações do mundo.
Derrubem o muro!
Ao fim do primeiro bloco, com Good Bye Cruel World, o muro era uma barreira que separava completamente público e banda, sendo preenchida pela projeção de mortos de guerra em fotos enviadas por suas famílias. A temática bélica estava presente em todos os momentos e era mostrada como uma dura realidade, como Waters cantou em Hey You.
Os bonecos gigantes do professor, da mãe opressora e da mulher vingativa retratavam os demônios enfrentados pelo roqueiro em busca de identidade, superação dos traumas e uma vida menos vazia. Como no filme, o personagem se entrega e dá adeus em Comfortably Numb, ressurgindo a seguir como o líder de uma seita estranha, comandada por ele próprio.
As crises encenadas por Waters e potencializadas nas projeções e músicas chegam ao ápice no julgamento do cantor, em The Trial, onde ele é condenado a expôr os seus sentimentos para um mundo ávido por censurá-lo. É a vazão para o desfecho da história de Roger Waters e de um mundo que segue em guerra, como o baixista ressalta magistralmente nas duas horas de The Wall.
Depois de julgar e condenar, a corte animada de The Wall manda destruir os tijolos e conclama o público a gritar junto "derrubem o muro, derrubem o muro!" Os tijolos vêm abaixo e os músicos tocam sobre as ruínas com acordeom e trompete a amena Outside the Wall. É o desfecho da história de vida de Waters, que permanece viva na sua música e na sua mensagem. Em 29 de março e 1º e 3 de abril, os próximos muros serão destruídos no Rio de Janeiro e São Paulo, respectivamente.
Setlist:
In The Flesh?
The Thin ice
Another Brick in the Wall Part 1
The Happiest Days of Our Lives
Another Brick in the Wall Parte 2
Mother
Goodbye Blue Sky
Empty Spaces
What Shall We Do Now?
Young Lust
One of my Turns
Don't Leave Me Now
Another Brick in the Wall Part 3
The Last Few Bricks
Goodbye Cruel World
Intervalo de 20 minutos

Hey You
Is There Anybody Out There?
Nobody Home
Vera
Bring the Boys Back Home
Comfortably Numb
The Show Must Go On
In The Flesh
Run Like Hell
Waiting for the Worms
Stop
The Trial
Outside the Wall
 




Fonte: Terra

sábado, 24 de março de 2012

Pink Floyd: Biografia da banda, escrita por Nick Mason, chega ao Brasil

 

"Inside Out", o livro escrito pelo baterista do Pink Floyd, Nick Mason, está sendo lançado no Brasil. O livro conta com mais de 400 páginas e 150 fotos que contam a história de uma das bandas mais importantes da história.

Através de uma cronologia de fatos, Mason conta em detalhes a história da banda e seus mais de 40 anos de estrada, adicionando às suas lembranças muitas fotos de arquivo pessoal, além de entrevistas.
O livro, que já foi publicado em muitos países da Europa e Estados Unidos, é lançado no Brasil pela Escrituras Editora.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Pink Floyd: 'The Wall' ganha versão de luxo e preciosidades

A versão Immersion de 'The Wall' conta com sete discos. Foto: Divulgação 


Roger Waters ainda não desembarcou no Brasil para sua turnê, mas já é possível entrar no clima de The Wall. A ópera rock do Pink Floyd, originalmente lançada em 1979, ganha nova versão lançada pela EMI na etapa final do projeto "Why Pink Floyd", que colocou nas prateleiras versões remasterizadas dos álbuns do quarteto britânico. Depois de Dark Side of the Moon e Wish You Were Here, é a vez de The Wall ser relançado nas versões Experience e Immersion. Além do álbum duplo íntegra, ambos trazem extras inéditos, a melhor parte de todo o pacote lançado pela gravadora. 

A edição Experience, a mais simples, conta com o álbum duplo e um disco extra batizado de Work in Progress. Embora o CD duplo tenha recebido um tratamento especial e reforçado diversos arranjos vitais na peça em sua remasterização, é no terceiro CD que está o maior trunfo do lançamento. Work in Progress tem 26 faixas, sendo boa parte delas rápidos temas e transições sonoras características da ópera rock.
Já a versão Immersion, que é importada, oferece um pacote mais luxuoso: sete discos. Entre eles, há um DVD com imagens da turnê de 1980, o documentário Behind the Wall, um disco ao vivo e algumas versões inéditas de Comfortably Numb e Run Like Hell. Seja na versão Experience ou Immersion, o grande trunfo da série é mostrar através de verdadeiras preciosidades o processo de criação de The Wall. Fãs da banda certamente exercitarão seus ouvidos para buscar detalhes nas versões demo e as finalizadas das canções até a exaustão.
Além deste passatempo, o pacote ainda inclui trechos de transições não utilizadas no álbum e as características ilustrações do artista Gerald Scarfe, responsável por "dar cara" aos personagens de The Wall.
Entre tantas faixas, algumas versões deixadas de fora do álbum final ganham destaque.
Another Brick in the Wall, Pt. 1
Figurinha repetida entre as rádios de rock clássico, Another Brick in the Wall ficou famosa por sua parte 3, mas vem nesta versão demo com uma bonita introdução ao violão, um verso com mais swing e um refrão marcado por um um bonito arpejo que acompanha o tema em segundo plano.
The Thin Ice
Ainda com cara de demo, The Thin Ice coloca o vocal de Roger Waters mais introspectivo e menos cantado. Os arranjos da sua sequência final ainda contam com um solo de guitarra e outra roupagem.
Empty Spaces
Outro momento "tenso" da ópera rock, Empty Spaces mostra nesta versão um peso maior em relação ao disco final. Sintetizadores ganham peso e ficam em primeiro plano lembrando muito a fase do grupo em Wish You Were Here com canções como Welcome to the Machine. A voz de Roger Waters passeia pelos fones cheia de efeitos de eco.
Mother
Também cantada por Roger Waters, Mother vem mais "cheia" desde o começo em sua demo, em vez de ter o tom crescente da versão final de The Wall. Nesta prévia da canção, os vocais de David Gilmour ainda não haviam sido gravados. Com o vocal "gritado" de Waters, fica uma boa alternativa para essa bonita balada.
Another Brick in the Wall, Pt. 3
A parte 3 de Another Brick in the Wall é conduzida também por esse arpejo não aproveitado em suas versões finais, mas que dão uma cara diferenciada ao tema.
The Doctor
Nada mais do que uma prévia de Comfortably NumbThe Doctor mostra uma versão crua da canção que se tornaria um dos hinos de The Wall. A faixa mostra os versos de Roger Waters com um vocal um arrastado, mas com a mesma intensidade de Gilmour nos vocais do refrão. As frases do solo de Gilmour também são as mesmas, mas a canção mostra uma ponte no trecho final não usada no final.
Run Like Hell
Com um início mais vibrante e até "dançante", a demo de Run Like Hell mostra a esturtura básica que a canção ganharia em sua versão finalizada.
Fonte: Terra

terça-feira, 20 de março de 2012

Pink Floyd: EMI lança parte final de projeto



A gravadora EMI  chegou à etapa final do projeto Why Pink Floyd? com o lançamento de duas edições do disco "The Wall".
No dia 27 de fevereiro de 2012, a EMI lança as edições
 Immersion eExperience do álbum The Wall, do Pink Floyd, o último relançamento do projeto Why Pink Floyd?. The Wall é o segundo disco mais vendido da banda, atrás apenas do clássico de 1973, The Dark Side Of The Moon.
Lançado em novembro de 1979, 
The Wall atingiu o topo das paradas nos Estados Unidos, na França, Alemanha, Suécia e Austrália. Another Brick In The Wall, Part 2 tornou-se um hit, tendo vendido mais de um milhão de cópias em poucas semanas, depois do lançamento.

Entre 1980 e 1981, o Pink Floyd subiu ao palco 31 vezes para apresentar o disco, nos Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha. O show era espetacular e incluía um muro de 40 pés, construído, tijolo por tijolo, na frente do palco, durante os concertos. Desde 2010, Roger Waters tem apresentado a mesma dinâmica em seus shows, em turnê comemorativa do disco. Em maio de 2011, o guitarrista David Gilmour e o baterista Nick Mason subiram ao palco com o ex-baixista da banda, em um show na London O2 Arena, na capital inglesa. Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo receberão a turnê em março e abril deste ano.


A edição Immersion, com sete discos, inclui um DVD com imagens da turnê de 1980 e o documentário Behind The Wall, e, pela primeira vez, CDs com trechos das demos feitas por Roger Waters e versões intermediárias das músicas que fazem parte do álbum. Além disso, há versões inéditas de David Gilmour para Comfortably Numb e Run Like Hell. O box Immersion também inclui o disco ao vivo da turnê de 1980-81. Tanto o box set Immersion quanto a edição Experience incluem uma gravação rara de Another Brick In The Wall, Part 1. Prato cheio para os fãs, as versões demo mostram a evolução até as faixas definitivas. Já The Doctor explora as origens de uma das canções mais aclamadas do disco, Comfortably Numb. Depois das versões Immersion e Experience dos álbuns The Dark Side Of The Moon e Wish You Were Here, as novas edições do The Wall oferecem ao ouvinte uma visão aprofundada de mais este capítulo de sucesso na história do Pink Floyd.


Desde o fim da turnê do disco Animals, Roger Waters começou a definir o conceito do álbum The Wall, que é sobre um personagem fictício chamado Pink, que olha para trás, desde a sua infância até o presente, de fama e sucesso; e é, em parte, autobiográfico. Waters apresentou ao resto da banda uma grande quantidade de canções demo e Pink Floyd gravou seu décimo primeiro entre a França e os Estados Unidos (Nova Iorque e Los Angeles), com auxílio do coprodutor Bob Ezrin e o engenheiro de som James Guthrie.

Além das sessões de gravação da própria banda, houve ainda a famosa participação de um coral de alunos da London’s Islington Green School, que registrou os backing vocals (“We don’t need no education...”) de Another Brick In The Wall, Part 2 nos estúdios Britannia Row, de Pink Floyd. A canção tornou-se o single do álbum e sucesso instantâneo, acompanhado por ilustrações icônicas da história, incluindo os martelos que marcham, de Gerald Scarfe.

Matéria original: Roadie Crew